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Não é uma Maldição 1🌻
Nota do autor 2
1253 palavras • 7158 caracteres • ⏱ 5 min 01 s

Nota do autor 2

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Ok, essa é a segunda parte da história. Vai demorar mais pra eu colocar os capítulos aqui, mas qualquer coisa eu só mudo depois.

Olá, então, é, muita coisa mudou de lá pra cá, então eu apenas vou dizer algo simples aqui. Devem ter visto nos outros capítulos, mas eu estou querendo explorar dois tipos de negligência paterna, que de início, parecem iguais não são: os pais idiotas e os pais ruins.

A principal diferença é que os pais ruins realmente não se importam com os filhos, e que apenas querem abandoná-los, ou transformar eles na forma "idealizada" que eles pensam que o filho é, e a maioria das histórias mostra esse tipo de pai negligente, então nem vou me estender aqui.

Mas a outra forma de negligência é mais interessante de explorar, os "pais idiotas" são aqueles que amam seu filho, mas não entendem o que ele está passando, seja por falta de informaçao ou o fato que a criança não consegue explicar direito o que ela tá passando.

O que por experiência própria, sei que é difícil de expressar certas coisas quando você nem passou pela puberdade ainda.

existem várias formas de interpretar esse tipo de pai, e o arco de personagem quando um pai entende que ele fez isso é sempre interessante de assistir.

Se vocês conseguirem me falar outro tipo de negligência além do "pai ruim" e "pai idiota" estarei pronto para ouvir e tentar desenvolver melhor depois.

Mas se quiserem, tentem dizer quais pais da história, e que tipo de pai eles são, se eles são ruins ou apenas idiotas, porque, sim, aprender como diferenciar esses dois pais pode muito bem salvar o relacionamento te muitas pessoas.

Ah, e também, eu não vou colocar nunca o POV da Dandara nessa historia, por que eu quero que todos sintam na pele o que o protagonista passa pra tentar entender essa garota.

Muito mais pra frente, eu irei dar um POV bem breve, mas não agora, então tentem entender a Ruiva com o mesmo afinco que o Antônio, pra vocês verem o quão difícil é entender as pessoas as vezes, principalmente pra alguém com a Singularidade dele

Por enquanto, tentem ficar felizes com essas imagens de IA que consegui fazer dos personagens, elas não tão totalmente iguais, então não se baseiem totalmente nelas quando imaginarem os personagens.

Davi

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"Amigos normais gostam de suas máscaras, mas melhores amigos se aproximam das sombras"

Antonio

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\n"Se jogarem pedras em você, use elas pra fazer um castelo"

Brutus

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"antes eu ria dos loucos, até perceber que eu me tornei igual a eles...e eu gostei"

Dandara (início)

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"Não confie em ninguém, tudo é cinza, humanos são demônios e nada importa além do dinheiro"

Dandara(fim da parte 1)

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\n"Eu...eu acho que alguns humanos são legais"\n


\nSaytus (ela usa roupas também, mas a IA não conseguiu concertar isso)

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"Me contaram pra tomar cuidado com Sapiens, mas acho que encontrei um Sapien legal"

História paralela.

ANTONIO
\neu estava no meu quarto, tentando encontrar motivaçao para estudar, e antes de fazer isso, eu coloquei uma música gravada em meus ouvidos. Essa era uma história gravando a tristeza de três grandes cavaleiros, heróis que estavam longe de serem perfeitos, eles eram irritados, infantis e galhos, e isso que os faziam ser tão bons.

Um herói que perdeu quem ele amava por ser egoísta e se lembra disso até hoje.

Um herói traído por seu próprio pai, mas que ainda tenta ser o grande herói que ele um dia pensou que o próprio pai fosse

E um herói que pela própria arrogância, perdeu uma grande parte de si mesmo, e viveu atormentado por isso por uma boa parte de sua vida até aquele momento.

Cada um deles era muito diferente um do outro, mas cada um tinha uma mensagem bem similar. "Aguentei" "não desista" "eu sei que doi, mas voce ainda pode se levantar e contra atacar"

E era esse tipo de coisa que sempre fazia eu me focar, eu pensar que eu era mais que apenas minha cabeça nas nuvens e meus super sentidos, eram cansoes como essas que me faziam pensar que era possível eu ser melhor do que eu sou hoje, e tudo apenas pegando uma música conjunta dos meus três heróis favoritos.

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\nHISTORIA PARALELA 2

ANTONIO
\nEu estava bem confuso naquele dia, por que pra variar, eu fiz uma coisa que as pessoas não gostaram, e começaram a me olhar com reprovaçao, e algo, bem no fundo da minha mente estava dizendo que eles tinham razão, mas eu não acumulei meus sentimentos, não mais.

Eu sabia e me lembrava perfeitamente da história que eu li sobre o herói que virou uma calamidade, afogado, engolido e transformados pelos próprios sentimentos que ele decidiu ignorar para o bem dos outros. O que ironicamente criou uma calamidade maior do que qualquer ameaça que o grupo enfrentou, o que causou a destruiçao do mundo, sim, eu lembrava perfeitamente daquilo, mas parecia que eu precisava refrescar minha memória, então eu coloquei a imprtalizaçao daquela calamidade em meu feitiço de música e toquei.

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Antônio: isso é o que acontece quando você ignora suas emoçoes por tanto tempo, não sobra nada além de uma casca, mas não vazia, e sim uma casca com todos os sentimentos reprimidos, não deixando nada, além de um animal machucado e ferido, implorando por socorro em cada rugido de dor.

Eu estava ouvindo a música no escuro, então pra variar, eu falei aquilo bem mais pra mim mesmo que pra alguém espessificos, e por enquanto, aquilo bastava.

OUTRA HISTORIA PARALELA, ANTONIO

Em um lugar silencioso, com muitas pessoas vendo pessoas circulando um lado pro outro. Apesar do lugar ser legalizado, ser apenas uma padaria comum, ainda tinha muita, muita gente estava ali não pra comprar pães.

Eu tava em uma mesinha, tomando um achocolatado que eu dava um 4,5. Mas eu não tava aqui pelo café.

Pouco tempo depois, o meu contato chegou. Ele estava ali, na hora marcada, como sempre. Nós não trocamos palavras, ele apenas pegou dois bolos de papel. Bolos groços o bastante pra facilmente se tornarem livros grossos.

Um dos boletos eram das amantes do meu pai, tanto mulheres da noite quanto mulheres normais.

E o outro papel eram dos filhos ilegitimos dele...meus irmãos que ele nem devia saber que existem.

E sabe o que era mais engraçado? Esses eram os registros das cidades mais próximas. Cidades que meu pai foi pra defender o povo, mas pelo jeito ele queria algo a mais com isso...ele faz isso, e destrói milhares de vidas e milhares de mulheres e ele conseguia ainda falar comigo como se nada tivesse acontecido?

Antônio: covarde.

OUTRA HISTORIA PARALELA. CONSULTORIO DE KAUANE.

Kauane: então, você tá me dizendo que, não pode confiar mais no seu pai?

Antônio: não, eu não posso

Kauane: mas por que não?


Antônio: por que toda vez é a mesma coisa, eu confio nele, tudo parece bem, até que ele faz algo que me machuca e/ou me traumatiza, aí eu fico sem falar com ele por muito tempo. Então as pessoas me falam "mas ele é seu pai" e pela mais espontânea preçao, eu volto a falar com ele, então ele me machuca de novo...eu...cansei de me machucar, abandonei esse relacionamento que tenho com meu pai a muito tempo, tenho medo de me aproximar dele de novo e me machucar.

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