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Alguns meses atrás
Uma jovem loira, perto dos vinte anos, em um lugar desconhecido e isolado, ela se encontra desesperada, seu rosto está visivelmente abatido.
Suor escorria pelo rosto da jovem, ela estava pálida, e magra demais.
Ela mancava, da sua perna esquerda...
A jovem estava tentando sair do lugar... por sorte ou azar, ela conseguiu botar abaixo a porta e fugir...
Ela correu o mais rápido possível que conseguia, ela corria pela a floresta, sem olhar pra trás.
Até chegar a estrada ela se sentiu aliviada, finalmente ela poderia sair daquele inferno.
Um carro parou bem na frente dela, um homem elegante saiu, do carro.
O susto em seu rosto, e o desespero e o medo voltou, ela tentou correr imediatamente, mas era tarde demais pra ela.
Outro homem apareceu bem na frente dela, ele estava de máscara, e com uma faca em mãos, e então a esfaqueou bem no seu abdômen.
Mas então ela consegue se levantar, e se arrasta pra trás ele fica observando ela, mas não reage.
Então ela corre pra a floresta, ela se esconde atrás de uma árvore, e ouve passos vindo em sua direção, ela pega em um pedaço de madeira com alguns pregos...
O homem da máscara, aparece e a vê, ela pensa em não fugir, não dessa vez... ela em um momento de raiva, ataca ele com o pedaço de madeira em seu rosto, ele cai pra trás...
E então ela corre, mas ele se levanta rápido, e agarra em seu pé, a puxando, ele a vira e tenta de novo, a esfaquear, mas ela o impede com um soco no rosto do homem que cai pra trás gemendo de raiva.
Ela se levanta, mesmo com dores, e dá um chuto nas pernas dele, ela se vira pra ir embora, quando ele agarra pelos cabelos, ela se tenta livrar dele, após imensas tentativas, ela o consegue, mas ele consegue arrancar um pedaço do cabelo da jovem loira.
Em lágrimas ela corre mais uma vez, pra tentar fazer tudo pra se livrar dele, apesar do sofrimento, das dores, de tudo que passou, o medo vem sempre á tona.
Mas ela não desiste, ela corre com todas as suas forças, o homem da máscara ainda caído no chão.
Mas ela continua sem parar, nem um minuto isso poderia ser a sua sentença de morte.
Confusa e cheia de dor, ela parou e olhou em volta, pra onde eu fui parar ela se perguntava.
Ela estava perdida, confusa e cheia de dores, em todo o seu corpo.
Finalmente ela pensou, encontrei uma casa, pode ser que alguém me consiga ajudar a sair daqui.
Mas ela estava tão enganada, em relação a isso, ninguém ia ajudar lá, ninguém estava lá dentro.
O ambiente era assustador, era um clima completamente de um filme de terror... Daqueles que nos fazem arrepiar todo o corpo, em uma mau sentido, claro.
Ela começa a explorar a casa, e cada vez que mais explorava pior era, não daria pra voltar atrás, talvez ali estaria segura, e eles a parariam de a procurar...
A casa estava cheia de pinturas, esquisitas, com pedaços de madeira, ferros, facas, sacos do lixo, muito lixo,e o cheiro, não era nada a agradável.
De onde é que vem esse cheiro, o que é isso?
Ela mais caminhava mais o cheiro se intensificava... Ela parou em uma sala bem assustadora, tinha uma cama... e o lençol estava vermelho e estava com um saco de plástico em cima, ela se aproximou um pouco mais...
Colocou a mão no lençol, e ela sentiu ela logo soube era sangue... Que porra, aconteceu aqui? Ela se pergunta...
Pegou no saco plástico e a sua supresa, do que estava por baixo, a pavorou e assustou mais do que estava.
Era um corpo, uma jovem, loira ela parecida com ela... Mas ela não a reconheceu, ela estava com os olhos queimados, e marcas de facadas em seu abdômen...
Ela caiu pra trás, aterrorizada, com tudo isso... Se ela não saísse dali, ela acabaria assim também.
Então ela vai embora, ela sai mas com toda a certeza, foi o seu pior erro.
O homem elegante, estava lá perto da porta, ela então tentou fechar a porta, mas ele muito mais rápido a esfaqueia.
Ela cai pra trás, e se rasteja pra tentar fugir dele... O homem da máscara aparece atrás dela, e com um ferro em mãos, a agarra ela pelos cabelos, ela tenta se libertar dele, mas ele é bem mais forte.
Ele amarra ela, em uma cadeira, e coloca uma fita em sua boca.
Ela sabia que o seu fim poderia estar próximo, e que não haveria como escapar agora.
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Continua...

