AVISO
esse capítulo tem cenas Hot bem explícitas, então, caso você se sinta desconfortável com esse capitulo, eu não me sentirei ofendido se você pula-lo
Contando que você continue lendo minha história, não ligo de você pular um único capítulo.
3113 palavraa
Desde que eu aceitei a Zípora na minha vida, eu já sabia que esse momento iria chegar, mas agora que ele chegou, e passei por algo estranho, eu fiquei calmo, muito, muito calmo.
Eu sempre fiquei nervoso agora, pensando em como a primeira vez deveria ser algo especial, é, mesmo velho e carrancudo, eu ainda acreditava em coisas como isso.
E mesmo assim, pensar nesse tipo de coisa sempre me deixava bem nervoso em muitos momentos, mas agora que "o momento" finalmente chegou, eu estava muito tranquilo, e até sorrindo, porque eu não precisa mais imaginar o que iria acontecer, eu iria viver o que iria rolar.
A Zípora tinha me dado o endereço da casa dela ontem, mas eu só tinha visto o endereço hoje, se bem que não fez muita diferença, porque eu encontrei a casa delas sem muitos problemas de qualquer jeito.
E quando eu cheguei na casa dela, eu vi que eu fiz bem em não ouvir aquela voz na minha cabeça que falou pra eu vir todo chique pra ver ela, pois quando eu abri a porta, eu vi que ela estava usando um pijama de passarinhos.
O que era muito fofinho, mas além de ser fofinho, mostrava que ela não queria se mostrar muito, algo que, de certa forma, me pegou de surpresa.
ZÍpora: oi.
Eu apenas sorri, hoje, mais do que tudo, eu tava com problemas pra falar, e mesmo assim, quando ela abriu caminho pra eu entrar, eu senti que ela tava entendendo bem até demais o que eu tava pensando agora.
Quando a casa da Zípora era bem simples, uma sala, uma cozinha equipada com todos os instrumentos de cozinha que você pode imaginar e os que você não pode imaginar também...
Mas antes de eu fazer perguntas demais sobre aquela mega cozinha que ela tinha, a Zípora segurou meu braço e me levou pro sofá.
Zípora: ok Sansão se esses filmes ruins não fizerem você falar algo, nada fara.
Eu sabia que ela estava brincando, porque eu já tinha falado pra ela, mais de uma vez, a minha Singularidade não era algo que podia ser "quebrado" só por causa de um filme ruim.
Eu não consegui falar nem quando tava fazendo bullying comigo, imagina só vendo um filme ruim.
Mas quando os filmes começaram, eu vi que eu tava muito, muito errado, porque tinham filmes que eram tão ruins que eu gritei de indignação pelo quanto aqueles filmes eram ruins, e quanto mais eu gritava, mais alegre a Zípora ficava.
Ela gargalhava, como se fosse uma conquista me fazer rir tanto assim, e por mais que eu não conseguisse falar por estar muito ocupado gritando com a pintura-televizao, eu tinha que admitir, era muito confortável falar tanto assim.
Por mais que a minha garganta protestasse muito toda vez que eu gritava, mas com aqueles filmes, simplesmente não dava pra segurar. O roteiro era ruim, a fantasia era barata, os atores eram péssimos, os personagens faziam coisas tão burras que parecia que eles tinham algodão doce no lugar do cérebro.
Eu acho que eu nunca gritei tão alto quanto naquela noite, nem com meus pais ou irmãos eu falei tanto assim, e a alegria da Zípora ao ver a minha raiva era inacreditável, dava pra ver muito bem o quanto ela sentia uma conquista em me ver reagindo assim, e considerando o quão difícil era me fazer falar qualquer coisa, era um feito incrível mesmo.
Apesar de saber que aquilo era um encontro, eu me diverti muito mais do que eu pensei, de formas inacreditáveis, eu pensei que encontros tinham só momentos românticos, fofinhos e quentes, mas eu até gostei dessa forma diferente de encontro que eu tava passando com a Zípora.
Em algum ponto, até cheguei a pensar que não era um encontro, era só uma saída entre "amigos" me fazendo pensar que ela tava tentando testar naquele encontro se nós éramos amigos ou amantes.
Eu fiquei pensando muita besteira enquanto via eu vi aqueles filmes, foi algo muito bom, mas meus pensamentos logo estavam indo pra um lugar bem ruim.
Bom, isso até que eu senti algo caindo na minha cabeça, e quando eu peguei, eu vi que era...um sutiã...E MEU DEUS, ELE TAVA QUENTE.
Quando eu olhei pro lado, vi que a Zípora tava com alguns botões do pijama abertos, junto com o detalhe que agora eu conseguia ver os mamilos dela.
Zípora: sei que você não deve estar com muita fome depois de ter se alimentado de Dinossauros por tantos meses, mas me fala, você quer comer algo primeiro ou, quer ir direto pra cama?
Eu me impressionava com a forma que a Zípora era direta comigo às vezes, mas eu tentei não pensar muito mais nisso e me levantei. Eu tava ofegante, e com o coração pulsando bem forte agora, e pela forma como a Zípora me olhou dos pés a cabeça, eu devo ter deixado bem claro quo era a minha resposta .
Sorrindo, a Zípora se levantou, e segurou minha mão...e me conduziu com muito cuidado até o quarto dela.
Eu não me importei muito com o que tinha no quarto dela, apenas ver que ela tinha uma cama já era mais que bom o suficiente pra mim.
Ela se sentou na cama e desabotoou um pouco mais a camisa, a ponto dos peitos dela quase saírem pra fora, quase mesmo, mas antes dela conseguir fazer isso, ela falou.
Zípora: espera, não acha que é meio injusto eu ser a única tirando a roupa aqui?
Ouvindo isso eu tirei minha camisa muito rápido, eu lutei muito com a minha vontade de rasgar a camisa fora.
E quando ela me viu sem camisa, eu vi ela ficou hipnotizada, e não era pra menos, eu lutava com dinossauros por diversão, é claro que o meu corpo era um sonho pra muitas mulheres.
Eu sabia o efeito que eu causava encetar mulheres, por isso eu ficava coberto sempre que eu não tava trabalhando.
E como se estivesse observando uma obra de arte, a Zípora colocou as mãos com cuidado no meu abdômen, enquanto ela fazia um carinho onde as unhas dela roçavam com cuidado em cada um dos meus músculos, eu percebi que ela tava tirando com os caninos del cada vez maiores, até que as mãos dela foram do meu peitoral pro meus ombros, e dos meus ombros pr meu pescoço, e sem conseguir se controlar mais, ela perguntou.
Zípora: eu posso, me alimentar da sua jugular?
Não respondi, eu não tava com forças pra responder, não agora, eu apenas tirei meu cabelo do minho, deixei que ela ficasse com uma boa posição do meu pescoço, e vendo meu consentimento, ela alongou os próprios dentes e mordeu meu pescoço com bastante força, sem delicadeza e sem cuidado, do jeitinho que tinha que ser.
Nossa, se eu não soubesse o que tava rolando, eu já ia achar que era um animal selvagem que tava mordendo meu pescoço.
E enquanto ela sugava meu sangue numa intensidade que eu nunca a vi fazendo antes, ela colocou os braços nas minhas costas e pressionou nossos corpos juntos, fazendo com que nós ficássemos o mais próximo possível uma da outra.
Ela também cheirou o meu cabelo, muito.
E quando ela finalmente tirou a boca da minha garganta, toda a boca dela tava coberta de vermelho, e eu nunca me senti mais excitado por estar vendo aquela cena quanto agora.
Zípora: ok, é a sua vez.
Ela então tirou o cabelo do caminho pra mostrar o próprio pescoço, e eu, pela primeira vez, deixei que todo o meu corpo se libertasse dessas restrições morais que eu os prendi por tantos anos, e deixei que os meus dentes fossem tao violentos com a Zípora quanto quisesse.
Pois a esse ponto, eu sabia que a Zípora aguentava.
Eu tomei galões do sangue da Zípora, galões equivalentes ao corpo inteiro de vários Dinossauros grandes, e enquanto eu me embebia pelo sabor do sangue dela, eu apenas desejava que a Zípora não estivesse com dor, porque o sangue dela estava com um gosto tão divino agora que eu não conseguia parar.
E pelo jeito, eu me preocupei à toa, porque os únicos sons que a Zípora fez quando eu suguei o sangue dela foram gemidos de puro prazer.
Mas aquilo que a gente tava fazendo era apenas um aperitivo, um gostinho da coisa real.
E quando eu parei de sugar o sangue dela, a Zípora parecia estar cansada de brincar, porque ela tirou a camisa e a calça do pijama dela num piscar de olhos e mostrou o corpo inteiro dela pra mim, deixando apenas a calcinha.
Mas antes de olhar pra baixo, eu olhei pro rosto da Zípora, e vi que ela tava sedenta por um beijo bem demorado. E entendendo isso muito bem, eu peguei o rosto dela e comecei a beijar ela de forma intensa.
E sem nenhuma contenção, assim que eu a beijei, eu apenas fechei os olhos, abri a minha boca maximo que dava, e fi com que a minha língua se enrolava um pouco na boca de Zípora as vezes, e em outras vezes, eu estiquei minha língua o máximo possível e invade o interior da boca da Zípora sem nenhuma piedade.
E como retribuição, a Zípora pagava com juros as minhas investidas no beijo, tudo enquanto os sangues que ainda estavam em nossas bocas se combinavam com esse beijo.
E num momento complicado, tirei minha calça sem desfazer o beijo, eu caí na cama e comecei a mexer na ZÍpora, eu peguei um os seios dela e apertei com força, e fiz a Zípora fazer um guincho fofinho.
Zípora: hehehe, cuidado, vai um pouco mais devagar.
Eu achei o guinchinho que a Zípora fez muito fofinho, mas eu sabia que devia recuar, e então, deixando minhas mãos se divertirem um pouco, eu peguei os peitos dela, e comecei a lamber as pontas, fazendo ela rir bastante, enquanto eu trocava entre apertar com cuidado e lamber os bicos dos peitos enormes dela.
Fazendo um truquezinho, eu usava os 4 dedos em um lado, e o polegar no outro, eu fiz uma pequena "massagem " nos peitos dela, que deixaram ela muito, mas muito feliz mesmo.
E depois disso, eu lambi o peito dela e deixei a minha língua subir bem devagar, enquanto ela dava risadinhas pelas cócegas que tava sentindo, então eu subi devagar pro pescoço dela, até que eu cheguei no rosto, onde logo eu comecei a beijar-la de novo.
E depois de tudo isso, ela quis brincar um pouco também, as mãos dela, que até agora estavam paradas, pegou o meu peito e apertou ele com força. Hehehe, ok, eu tinha que admitir, que aquilo realmente fazia cócegas.
Mas quando nós trocamos de posições, a Zípora ficou olhando pro meu corpo mais algum tempo, até que ela começou a olhar de uma dorma mais "curiosa" pro meu corpo, não de luxúria.
E quando ela colocou as mãos dela no meu corpo, ele começou a apertar cada parte de mim, meu bíceps, meu peitoral, meu abdômen, até meu pescoço, e onde ela apertava, meus músculos eram moles, como uma bolinha, e bem curiosa, falou.
Zípora: é, macio, você tem um corpo de ferro, mas tudo nele é tão macio, parece algo quase contraditório...
A Zípora falou aquilo muito do nada, mas antes de eu pensar muito no que ela falou, eu vi ela olhando pro meu peitoral, e apertando ele de novo, e mais uma vez meu peito só amoleceu, algo a pegando de surpresa de novo.
Bom, eu não tava lutando agora, então eu não tinha motivos pra deixar meu corpo endurecido em nenhum lugar exceto em um lugar.
Eu nao sei o que a Zípora entendeu do que eu disse, mas então, e de novo eu ri, e ela ficou brincando com meu peitoral pro muito tempo, apertando, mordendo(de brincadeira, claro) e quase brincando com meus mamilos, mas eu segurei ela quando ela fez isso.
Zipor: ah, então quando é comigo você pode, mas quando é eu você não gosta.
Eu fiz um rostinho bem culpado quando ela falou aquilo, mas ao mesmo tempo, eu coloquei aquele limite nas nossas brincadeiras, e eu não queria acabar voltando atrás naquilo.
Então eu soltei a Zípora, e então ela desceu um pouco mais no meu corpo, até ir pra minha barriga, e começou a lamber os gominhos do me tanquinho, enquanto olhava pra mim, tentando ver se eu tinha um problema com isso, e depois de me ver tranquilo ela comecou a lamer com muito mais afinco, além tentar sugar alguma cominhos.
Até que, depois de um tempo, nós nos cansamos dos joguinhos, e começamos a entrar no jogo de verdade.
Eu fui primeiro, eu tirei a calcinha dela com cuidado,e...e eu tentei não terminar tudo antes de começar, quando a vi sem calcinah, quase arranquei minha cueca e comecei a festa, mas antes eu acho que queria brincar mais um pouco.
Eu não tinha medo, eu coloquei minha mão na intimidade dela, e fiquei olhando com muita atenção pra Zípora, eu deixei meu dedo do meio entrar o mais fundo possível nela, e eu o dobrei em vários lugares, mas nunca tirei meu olhar do rosto dela.
Eu li num pergaminho que, nenhuma mulher era igual, cada uma tinha um "ponto sensível" diferente, então eu precisava olhar com atenção pra ela, pra ver se eu encontrava esse ponto ou não.
Ela ficou rindo no meio dos gemidos, como se tivesse achando fofo minha atenção tão extrema em agradar ela, mas bem rapido, a risadinha dela foi interrompida por aquele gemido fofinho de antes, e antes dela se recuperar de qualquer jeito, eu coloquei um segundo dedo dentro dela, e comecei a insistir naquele ponto.
E pela constância de gemidos depois disso, eu tinha chegado no ponto certo mesmo.
A Zípora até começou a mexer os quadris por causa da intensidade de estímulos que eu tava dando pra ela, a ponto que ela ficou com o corpo todo tenso, e ela gozou tão forte que ensopou minha mão inteira.
A Zípora ficou ofegante quando eu fiz aquilo, e enquanto ela se recuperava, eu lambi um pouco do que tava na minha mão, ficando mais animado com o que eu tava sentindo do que deveria.
E quando a Zípora conseguiu um pouco mais de fôlego, ela foi até mim, e tirou minha cueca.
Ela já tava na posição certa quando tirou minha cueca, mas quando meu membro tocou no rosto dela, eu vi que ela ficou impressionada com o tamanho.
E se deixando levar por aquele sentimento, ela abriu a boca e engoliu tudo de uma única vez.
Nossa, ela fez isso tão rápido que eu fui paralizado pelo prazer, e depois daquele primeiro movimento, ela recuou um pouco a cabeça pra enfiar meu membro inteiro na boca de novo.
Ela continuou nesses movimentos constantes por muito tempo, e toda vez que ela engolia meu membro, dava pra sentir o fundo da garganta dela, a ponto que eu gozei em menos de 10 segundos, e ela engoliu tudo, com o meu semem indo direto pro estômago dela.
E quando ela olhou pra mim, ela ainda falou.
Zora: então, acho que nós já cansamos de preliminares, não é?
E mais uma vez, eu dei um sorriso que deve ter sido mais que confirmada pra Zípora, pois logo depois ela me jogou na cama, comigo por cima dela...
Eu tinha sentido o himem dela quando eu fiz um joguinho com os dedos dentro dela, então eu tava preparado pra parar caso a dor do himem fosse demais pra ela aguentar.
E bem devagar eu entrei dentro dela, e diferente dos gemidos fofinhos de antes, ela estava dando um gemidos e medo, como se soubesse que o que iria acontecer ia doer muito, eu entrei uma vez, e recuei, mas quando entrei e parei no himem de novo.
No fim, a Zípora ficou sem paciência, e fazendo um leglock em mim, ela empurrou a minha cintura pra ir ir muito mais fundo do que antes nela, eu rompi o hímen todo dela de um vez, e quando eu fiz isso, a dor que ela sentiu foi tanta que ela mordeu o próprio lábio ate sair sangue.
Eu já tinha machucado muitas pessoas até aquele momento, mas foi a primeira vez que eu me arrependi de machucar alguém. Mas antes de eu ser pego em devaneios de novo, eu vi ela pegando meu rosto e falando.
Zípora: me beija...eu preciso...focar em algo além da dor.
Obedecendo ela, eu a beijei de forma profunda, e intensa de novo, e isso pareceu deixá-la mais calma enquanto eu lentamente aumentava a minha velocidade.
E quando eu vi que ela parou de se arquear de dor, eu me soltei totalmente e entrei e saí dela com toda a velocidade. Fazendo ela arquear agora de prazeres.
E quando nós finalmente chegamos no clímax, eu senti uma intensidade tão grande que eu a segurei com força, a ponto de eu ouvir os ombros dela estalando.
Isso enquanto ela segurava minhas costas com tanta força que as unhas dela arranhavam minhas costas...nós respiramos pesado, olhamos um pro outro, comigo ainda dentro dela, e com um sorriso, a Zípora falou.
Ziora: (arfa, arfa) você(arfa) tá pronto pro segundo round?
Eu apenas sorri de forma faminta quando ela perguntou isso, e mesmo cansada, a Zípora retribuiu o sorriso com um rosto todo faminto também, com nós dois preparados pro próximo round.
Eu sabia que, na primeira vez que fizéssemos isso, eu iria ter sentimentos bem mais intensos, eu só não pensei que iriamos virar a noite toda até a hora do almoço naquela brincadeira.
Nós tentamos várias posições, várias "técnicas" diferentes, tentando entender ao máximo o que o outro gostava ou o que não gostava.
E quando nossos desejos estavam cumpridos, e a carne finalmente ficou satisfeita o suficiente, nós descansamos ali, na cama toda suja...
Hehe, eu tava tão acostumado em descansar sozinho, que quando eu descansei segurando a Zípora nos braços, eu senti de novo aquela força que vinha apenas quando você luta por alguém que não é você próprio.
Uma força que eu nem mesmo liguei muito por ter ganhado, eu apenas respirei fundo e só aceitei essa tranquilidade depois de ter "conhecido" a Zípora em tantos detalhes assim.

