3200 palavras
O treino de hoje seria barra pesada, eu sabia bem até demais disso, e novamente, eu tava empolgado demais pra ver isso.
O meu corpo ainda tava dolorido pelo Canguru que eu lutei mais cedo, mas eu sempre vivi pelas lutas, então claro que eu me forcei a ir lá, com uma certeza boa até demais que eu iria ir lá mesmo que eu estivesse morrendo, esse era o tipo de pessoa que eu era.
Muay Thai era uma das artes marciais que eu mais amava participar, então eu tava tão feliz que eu ia treinar hoje, que mesmo dolorido, eu consegui andar no meio do mar de pessoas sem nem ligar o quão estressado eu estava no meio delas.
E quando finalmente cheguei no lugar certo, fiquei feliz em ver o lugar de treino, que, diferente do dojô de Jiu-Jitsu, que era ultra-mega tradicional e estilo Japonês, o dojo de Muay Thai era mais contemporâneo, um grande prédio moldado através de uma estalagmite presa no chão.
Uma estalagmite de pedra pura, que apesar de não ser tão extravagante quanto os outros prédios e estalagmites do território, ela ainda era grande, brilhante e bem tratada o suficiente pra se destacar e ser tão maneira quanto o dojô de Jiu-Jitsu.
E enquanto eu ainda estava na parte de fora do dojo, eu já conseguia sentir o calor lá dentro, aquilo não era o calor do território, era o calor da própria Aura do pessoal que estava lá dentro.
E uma vez que eu entrei lá, vi o mesmo chão acolchoado que tinha no Jiu-jitsu, junto com alguns espelhos pros alunos conseguirem ver melhors as proprias tecnicas enquanto treinavam, junto com um pequeno armário em um canto, coberto de todo o tipo de peso e item útil em um treino de Muay Thai que você pode imaginar.
Mas não querendo devanear muito, vendo que o treino estava prestes a começar, eu me troquei no banheiro e entrei no dojo.
E assim que o Mestre viu eu entrando, ele sorriu, eu fui no banheiro e me troquei de novo, e uma vez com o uniforme de muay thai, eu juntei minhas mãos na frente do Mestre e ouvi.
Mestre: Sawadee Krap, Sansão.
Eu queria falar, Sawade Krap pra ele também, mas infelizmente, nem com o Mestre eu conseguia ser tão casual assim, a ponto de conseguir falar com ele.
Então apenas o cumprimentei com as mãos e me coloquei no meu lugar de sempre, tranquilo e apenas esperando a aula começar.
Eu fiquei no meu canto, apenas respirando e tentando me recuperar do cansaço que aquele canguru sinistro causou em mim.
Tentei ficar focado na aula, mas antes de eu conseguir perceber, eu abri os olhos e vi que tava todo mundo olhando pra mim, totalmente assustado, não com medo de mim, mas com medo “por mim”.
Porque na cabeça deles o Mestre era um dos caras mais sádicos que existiam, pois…bom, pois eles sabiam o que ia acontecer comigo assim que eu subisse no palco, e estavam cobertos de medo pelo que eu ia passar na aula de hoje, principalmente considerando o quão cansado eu estava agora, coitadinhos, mal podiam imaginar que foi eu que pedi isso.
As primeiras coisas do treino eram apenas comuns, o aquecimento, e o alongamento não foi nada muito diferente do Jiu-jitsu.
Mas depois que esses dois momentos se passaram, eu senti como se algumas das minhas feridas internas tivessem se aberto, mesmo que elas já tivessem curadas.
Mas eu nao fiquei cm medo, um efeito desses depois de curar uma ferida grande, era até normal, eu já tinha treinado com feridas muito piores, então eu apenas apertei minha mão bem forte, respirei fundo pra me manter consciente e usei um pouco da minha Aura pra forçar meu corpo a se manter forte, mesmo no meio de toda aquela dor.
E no fim do aquecimento, cada um começou a se preparar pras doideiras que iam rolar hoje, e quando eu olhei pro Mestre, ele percebeu que hoje era o dia do meu “treino especial”, onde eu só fazia quando tava muito cansado e exausto o Mestre sorriu de forma sádica pra mim enquanto eu me preparava mentalmente pro que iria rolar.
Enquanto todo mundo tava fazendo um alongamento em dupla pros chutes mais altos, eu fui colocado contra a parede, o Mestre já sabia que eu não fugiria daquilo, então era só mais uma garantia mesmo de que, eu nao fosse cair no chão se o cansaço acabasse sendo muito pra mim do nada.
Isso não ia rolar, eu não ia permitir isso, mas nunca se sabe, não e?
E antes do Mestre anunciar o treino, o Mestre olhou pra mim, só pra ter certeza que eu tava num ponto onde eu podia aguentar aquilo, e depois de ter certeza que eu estava, mesmo que superficialmente, bem, ele anunciou.
Mestre: O TREINO DE HOJE SERA SIMPLES, O SANSÃO, VAI SER O SACO DE PANCADAS DE VOCÊS. Pros homens, eu digo, tentem nao quebrar os ossos dele, e pras mulheres, quebram os ossos do Sansão, se organizem numa fila, cada um vai ter 3 rounds, divirtam-se com ele.
Todo mundo ficou bem nervoso quando ele falou aquilo, mas eles sabiam que eu iria aguentar de boa, então apenas respiraram fundo, e só entraram em formação.
O Mestre de Muay Thai era alguém enigmamente inteligente pra mim. Ele olhava pra mim uma única vez, e só isso o fazia ter a noção exata se eu conseguiria aguentar o treino intenso ou não.
Pois nos dias em que eu estava com ferimentos ruins demais pra aguentar esse treino, ele só fazia eu treinar normal.
Esse tipo de conhecimento dele sempre me deixava mais preparado, quando o Mestre deixava que eu treinasse, eu ficava com a sensação que eu conseguia aguentar um pouco mais, o que fazia com que eu conseguisse chegar até o final dos treinos.
E hoje, seria apenas mais um treino que eu dominei de vez.
Mestre: sequência simples, jab, direto, cruzado, cruzado, aper aper, sem chutes de perna. E lembrem-se, afundem a mão nele.
Eu tava sorrindo, por baixo das luvas que eu usava, eu conseguia ver, existiam mais de 100 alunos naquele dojo, então eu sabia que ia ter que usar até a minha alma pra sair andando no fim desse treino, e eu não podia adorar mais isso.
Eu fechei minha guarda, e na hora eu senti o jab como a primeira tentativa de acertar meu rosto pela frente, que foi ineficaz, e na segunda tentativa, ele girou o corpo com a maior força que existia, a força rotacional da mão de trás, que era tão potente que, mesmo através das luvas, eu consegui sentir o calor dos meus braços aumentando pela dor.
Esse tipo de dor era o normal de um dano de impacto, uma sensação familiar de um sangue muito mais quente estivesse correndo pelas suas veias pelo golpe que você aguentou.
Logo depois veio o cruzado, o aluno pos mais força no cruzado, mas nada que eu não aguentasse, e no segundo cruzado, o da mão de trás, eu de novo senti uma potência maior.
E pela grande potência do soco que eu senti nos meus braços, e quase fui derrubado, mas eu tive a força pra jogar meu corpo na direção certa e impedir a mim mesmo de ser jogado no chão com muita violência.
Mas não tinha acabado ainda, estava bem longe de acabar, também tinha o aper, dois golpes mirando no meu queixo. Eu consegui defender sem nenhum problema, E sendo um golpe de cima pra baixo, ele foi o mais fácil de defender, eu só precisava defender e jogar meu corpo todo pra baixo.
Muitos alunos faziam isso inconscientemente, mas eu aprendi a fazer de forma consciente.
O primeiro aluno teve a chance de fazer essa sequência comigo 100 vezes, eram golpes o bastante pra fazer as mãos de qualquer um cair, claro, qualquer mão que não fosse as minhas, enquanto o primeiro aluno estava com as mãos doloridas de tanto me bater, eu estava bem longe de sentirá dor e calor daqueles golpes em mim mesmo de forma tão intensa quanto o aluno.
O primeiro não foi um problema de aguentar, e nem o segundo, foi só quando eu entrei na casa do aluno número 30 que a dor começou invadir todos os meus braços.
A dor de um impacto era estranha, os golpes que não machucavam muito, apenas queimavam um pouco na minha pele, já os golpes mais fortes, faziam eu sangrar por dentro.
Cada golpe poderoso fazia pequenas veias, capazes de sangrar bastante, expostas, fazendo com que eu sentisse que tivesse água quente enchendo pedaços diferentes do meu corpo, criando os famosos “roxos” que muitas séries mostravam.
Doía demais, de uma forma quase incalculável, mas eu só senti a verdadeira dor quando eles bateram nos meus roxos a ponto de rasgá-los e fazê-los sangrar em bolsas de sangue.
Alguns alunos nem mesmo aguentaram aquela carnificina e até viraram os olhos, enquanto eu apenas tentava aproveitar aquele momento em prática de resistência como todo mundo.
Isso era Muay Thai, um Muai Tai bem pesado, mas não era um treino muito diferente do que todos estavam fazendo ali, nem de longe.
E quando as três rodadas de socos acabaram, e o chão já estava pintado com o tom vermelho do meu sangue, o Mestre pediu pra todo mundo parar, e então ele me falou.
Mestre: Muito bem, agora vocês vão fazer uma sequência de chutes, chute LowKick, Chute midkick, e chute highkick.
Perna, tronco, cabeça, simples.
Mestre: assim como as mãos, não precisam se segurar, podem enfiar a mão nele
Todos: SIM MESTRE.
E me colocando em guarda de novo, eu sorri enquanto o primeiro aluno ficava na minha frente de novoa quele era o mesmo alunoq ue me atacou primeiro, mas agora aque eu estava sangrando e ferindo, ele estava com medo de me atacar, com medo de machucar, com medo de me matar.
Eu queria poder dizer pra ele não ter medo por mim, eu queria dizer que eu não estava em perigo, eu queria dizer que eu podia aguentar muito mais que isso, então ele não precisava se segurar…
Mas novamente as palavras não saíram, eu apenas consegui sorrir de forma gentil no meio de todo o sangue em volta de mim e balançar a cabeça em confirmação, em uma tentativa de dizer que tava tudo bem ele me atacar.
E mesmo sem uma palavra, o Aluno entendeu o que eu quiz dizer ele então sorriu pra mim e chutou minha perna com a maior força que ele tinha.
Aquele chute tinha uma força onde eu consegui sentir no ponto mais profundo dos meus ossos, a ponto que eu senti de novo quando ele me atingiu no braço em uma tentativa de acertar minhas costelas, e senti de novo quando ele chutou minha cabeça, tentando chacoalhar meu cérebro.
Mas era apenas isso, apenas senti o golpe dele, senti de forma profunda, mas quando ele acabou a sequência dele, eu sorri de felicidade, tanto por ele quanto por mim.
Porque enquanto o Aluno conseguiu coragem pra me atacar, eu também tinha aguentado todos aqueles golpes sem nenhum arranhão em meus ossos.
Sim, eu sentia dor, mas considerando tudo o que rolou, dor era a última coisa que eu dava importância agora.
Diferente das mãos, as pernas eram bem mais fáceis de sentir a diferença de força, os Alunos mais novos se diferenciavam dos mais velhos, os mais técnicos se diferenciavam dos mais desengonçados e por aí ia.
Os chutes mais poderosos quase conseguiam quebrar meus ossos, mas esse era o ponto, eles “quase” conseguiram, mas no final, eu conseguia manter o meu corpo inteiro, pelo menos no ponto dos ossos, pois a cada chute que eu passava, mais roxos estouram, e mais sangue espalhava pelo chão.
Depois das 3 rodadas de pernas, eu tava me sentindo um pouco mal, e um pouco tonto…mas enquanto eu pensava na dor que eu tava sentindo agora, eu respirei fundo, e pensei naquele monstro que eu queria enfrentar, e que eu ainda tava muito longe de ganhar...
Aquela aberração da natureza com quase 36 metros de altura, com um corpo gigantesco e cheio de músculos, e uma pele com uma cor tão furtiva que eu só consegui vê-lo naquele dia pois ele se mostrou pra mim.
E aquele olhar assassino, aquele maldito olhar assassino que me viu como presa, mas que eu não valia a caça que aquilo iria ser pra ele…me lembrar daquele tempo sempre me dava um calafrio, mesmo sendo uma lembrança tao distante como agora.
Pra eu enfrentar uma criação perfeita da natureza como aquela, eu não podia ser normal.
Então eu respirei fundo, me levantei, e comecei a usar meus poderes de regeneração depois da última fila acabar.
Mas quando eu me regenerei dessa vez, eu me senti tão mal, que eu tive que desfazer a pose, ir até a minha mochila correndo, e pegar uma sacola de sangue que eu tinha guardado. Eu não queria água, minha energia agora, ela só ia voltar com mais sangue.
E enquanto eu tomava aquele sangue, todo mundo, e até o professor, olhavam pra mim com a maior preocupação do mundo, não entendendo que tipo de coisas fariam alguém como eu ir tão longe em um treinamento.
Mas mesmo que eu pudesse falar, eles não iriam entender os meus motivos…afinal…esse tipo de treinamento desmaiaria uma pessoa normal…e as cacas que eu sempre pegava matariam uma pessoa normal…
Mas pra conseguir caçar um Tiranossauro rex usando apenas artes marciais, eu não podia ser normal.
E quando eu terminei aquela sacola de sangue de 2 litros, o Meste olhou pra todos, e começou a falar.
Mestre: ok, agora se preparem pra combinaçao mao e perna, SANSAO, TIRE O ROSTO DO CHAO!
Todo mundo ficou bem chateado e irritado com o mestre quando ele falou aquilo, mas eu apenas balancei minha mão e dei um joinha, como se falasse pra todo mundo que tava tudo bem,, e me coloque na posição.
O Mestre tava certo, quando você tá cansado, olhar pro chão é a pior coisa que você pode fazer, faz você ficar ainda mais tonto e cansado, hehe.
Ah, vamos pessoal, venham até mim, vocês não tão só lutando, ou me espancando, então me treinando também, vamos, me ajudem a melhorar, assim como eu estou ajudando vocês a melhorarem também.
E enquanto eu pensava isso, eu vi pelo rosto dos Alunos que agora que o treino ficou sério, pois o mesmo aluno que sempre começava a fila, ficou com medo de ir lá me bater de novo.
Aluno1: ah, na-na-nao da
Aluno2: COMO ASSIM NÃO DÁ!? VOCÊ JÁ TÁ CANSADO? PELO QUE EU TO VENDO, NÃO VOCÊ QUE TÁ SENDO ESPANCADO
Mestre: chega.
O aluno que gritou com o primeiro na mesma hora ficou com medo, não querendo contrariar o Mestre, mesmo quando outro aluno não obedecia, no final, o mestre era o único que podia o repreender.
E o Mestre entendia bem até demais os motivos dos alunos novatos que não conseguiam continuar o treino, então, fazendo uma pequena mudança de linha, o mestre acabou tirando 50 alunos da rodinha de espancamentos e então pegou esses poucos alunos, e colocou eles pra treinarem entre si, enquanto os outros 50 alunos que queriam continuar na fila, prepararam pra me espancar um pouco mais.
Em circunstâncias normais, eu aguentaria aqueles golpes numa sem problemas, mas depois de ter aguentado tantos golpes, de ter regenerado meu corpo todo, e de ser só deixando com os barra pesada que não continham a força nem um pouco, eu comecei a ficar bem mais frágil.
Sim, eu tinha tomado sangue, mas o único litro daquele saquinho tava mais do que longe de ser o bastante pra eu ficar totalmente bem.
Quando recebi o primeiro soco, tive a sensação de que uma bala de canhão tinha tentado passar pela minha defesa, ela falhou, mas ainda me deixou coberto de medo, medo o bastante pra eu me manter alerta a cada golpe.
E quando esse medo acabava, eu fazia questão de perceber com tudo o próximo golpe, pra eu manter meu corpo alerta, e pra eu não me machucar mais do que deveria.
Mas os alunos não facilitaram também(do jeitinho que deve ser), eles eram implacáveis, fortes e técnicos demais.
Mas era mais qe isso, eles não estavam batendo em mim apenas rpa treinar, cada soco, cada chute, eles estavam tentando me matar…
Ah, ah, droga, eu comecei a perder o ar bem rápido, depois da primeira rodada de 50, eu senti os ossos da minha coxa trincando, na segunda, os ossos dos meus braços trincaram…mas eu não demonstrei nada pra eles, eu não queria parar, nem um pouquinho.
Se meu corpo quisesse que eu parasse ele teria que me fazer desmaiar.
O que especificamente quebrou foi o rádio no meu braço esquerdo, e o úmero no meu braço direito, os dois usos diferentes do meu antebraço esquerdo…a dor foi tão grande, que eu quase chorei, mas consegui resisti até chegar no último aluno do terceiro round.
E quando o último aluno me deu o último chute highkick, a potência daquele chute, junto com minha fraqueza absurda, fez com que eu cambaleasse pra trás, até cair no chão.
E quando isso aconteceu, o Mestre foi na minha direção, e falou.
Mestre: Sansão, você ta bem?
Eu demorei pra responder, eu fiquei um tempo absurdo só respirando e tentando não desmaiar pra respondê-lo na hora, mas então, eu levantei minha mão e sei um Joinha pra ele, e pelo meu rosto, aquilo foi mais que o suficiente pro meu Mestre não falar mais nada.
E então, depois de eu ficar ali, no chão, por 10 segundinhos, o Mestre me liberou, então eu me levantei, Fiz o cumprimento, e então o mestre falou.
Mestre: Sawade Krap.
Eu já estava preparado pra sair, mas eu fiquei um bom tempo com os olhos pensando apenas em “isso ainda não é o bastante”, isso tava bem longe de ser o suficiente pra vencer aquele monstro intitulado de “rei dos carnívoros”. E enquanto pensava nisso, eu vi o Mestre olhando pra mim, e ele falou.
Mestre: não se apresse, lembre-se, você precisa descansar um pouco pro seu corpo conseguir realmente se fortalecer.
Não contrariei o mestre, eu apenas balancei a cabeça sem brigar, pois eu entendia bem até demais o que ele queria dizer com isso e apenas fui embora.
Esses machucados que ganhei hoje, com certeza iriam doer amanhã, eu tinha que aproveitar minha “folga” de amanhã, pois logo logo iria voltar a “trabalhar”.
Eita, quase me esqueci, eu podia não conseguir falar, mas quando eu tava prestes a sair, eu vi as 4 estátuas dos Deuses na entrada, e antes de sair, eu juntei minhas mãos, e reverenciei as 4 estátuas, tudo enquanto falava mentalmente Sawadee Krap.
E quando olhei cada estátua, novamente me lembrei. Sol, Lua, Brilho e Escuridão. Guaracy, Jacy, Aram e Una. Eu não podia esquecer, principalmente considerando qem eu iria visitar daqui a alguns dias, hehe.

