Depois de tudo aquilo, peguei meu grimório para falar com cuidado com a Elena, e quando começamos nossa conversa, ela foi assim.
João: oi
Elena: oi
João: então...voceeee, tá pronta agora?
Elena: estar pronta? Hmhm, isso nunca vai acontecer...eu sempre vou ter medo, medo da dor, medo de ficar tão vulnerável com uma pessoa, mas isso não importa, porque apesar do meu medo, eu ainda quero muito fazer isso com você...(respira fundo) por isso, me fala, você quer fazer isso na minha casa ou na sua?
João: bom , eu já visitei a sua, então porque você não vem aqui?
Elena: é, boa ideia.
E quando fizemos aquela simples conversa, a Elena desligou, e eu fiquei beeeeeeeeem nervosos pra quando ela finalmente chegasse, mas eu ainda respirei fundo, e fiz tudo certinho, coloquei algumas rosas na cama, joguei um pouco de perfume no lugar e coloquei apenas um roupão, já, preparado para tudo.
E quando eu fiquei pronto, ela bateu na porta, como se estivesse me esperando para aquele momento. Quando eu abri a porta, vi que ela tava com um perfume que nunca senti nela, e com um vestido que...eu nunca vi ela usando, mas já dava pra ver como parecia um vestido beeeeeem fácil de tirar. Não sabia que olhar eu estava fazendo, mas pelo rosto da Elena, com uma mistura de medo e empolgação, ela falou.
Elena: hmh, me sinto entrando na toca do lobo
João: é, talvez esteja mesmo.
Apesar da minha fala, ela entrou, e o cheiro dela ficou ainda mais forte quando passou por mim, mas me controlei, deixando que ela admirasse um pouco mais o grande caminho de pétalas até a cama que eu fiz.
João: não precisamos de um casamento pra andar num tapete vermelho
Elena: eu me sinto bem mais especial nesse tapete do que em um tapete tradicional
João: fico feliz em ouvir isso.
E depois de andarmos pelo tapete vermelho, a Elena e eu chegamos na cama, eu fiquei sentado enquanto ela tirou o vestido, com uma facilidade que eu notei assim que eu vi ele, mostrado uma lingerie que deixava suas coxas grossas e peitos grandes bem visíveis, e o mais doido nisso tudo, era como eu podia ver como ela ainda tava nervosa.
Elena: t-t-t-ta gostando do que vê:
João: Sim, agora me diz você.
Com meu coração batendo mais que meu rosto podia demonstrar, eu abri meu roupão, deixando meu corpo todo a mostra pra ela, apenas com uma cueca me cobrindo. Ela demorou bastante os olhos nos meus músculos em meu corpo sem um único arranhão.
O primeiro instinto dela foi pegar no meu ombro, me derrubar na cama e me dar um beijo, e a urgência com que ela me beijou parecia um animal faminto explorando cada canto da minha boca, enquanto parecia estar brigando com a minha língua.
E com tantos estímulos assim, não pude me segurar mais e a agarrei com força, a pressionando contra o meu membro, e depois a afastei um pouco apenas pra apertar com força um dos seios dela, ela soltou um suspiro tímido quando fiz isso, e sentindo a permissão no olhar dela, tirei a lingerie do caminho, e comecei a apertar, morder e chupar os seios dela, os gemidos junto das risadas que ela dava quando eu mordia de brincadeira um lugar sensível estavam aos poucos me enlouquecendo. E quando parecia que ela estava chegando no clímax, ela me empurrou de novo.
Elena: (arfa, arfa) sua vez.
E com uma língua em chamas, ela lambeu a minha barriga e meu peitoral, enquanto parecia que a saliva dela queimava a minha pele...e a massagem que ela dava em meus músculos era tão boa que eu sabia que ela praticou isso, não tinha como ela saber fazer coisas assim sem querer.
João: você tem um toque mais firme do que eu pensei
Elena: e seu corpo é mais mole do que eu esperava.
Enquanto acariciava meu peitoral, e ficava deitada em cima de mim, ela falou.
Elena: é incrível apenas pensar que um corpo que destruiu tantos lutadores consegue ser tão mole
João: é que eu investi toda minha dureza em um lugar só.
E com um sorriso provocador, ela me beijou de novo, outro beijo faminto, com nossas línguas brigando por espaço, com ela ganhado, por minha língua ter perdido a força, por algum motivo.
E depois ela se afastou de mim, o desejo exalava de nós dois, e então, ela se levantou e tirou a calcinha, se deitou no meu travesseiro e abriu as pernas pra mim, mostrando uma verdadeira cachoeira no meio da pernas, e com um pouco de vergonha e medo, ela falou.
Elena: (respirou fundo) eu li que precisa lubrificar antes...mas acho que já pulamos essa etapa.
E com um tom brincalhão, eu subi bem devagar até ela, mas antes de chegar no rosto, eu parei no meio das pernas dela.
João: talvez não...mas acho que quero descobrir seu sabor primeiro.
E sem preliminares, eu enfiei minha língua dentro dela, e como resposta, ela agarrou minha cabeça com força e soltou mais suspiros, que estavam fazendo meu membro doer dentro da minha cueca.
Elena: (arfa, arfa) MAIS PRA DIREITA JOÃO, MAIS PRA DIREITA.
Tentei obedecer o melhor que pude as dicas dela, mas tentar se concentrar com um sabor tão bom na boca era bem difícil, eu só parei quando ela gozou bem no meu rosto, e quando olhei pra ela de novo, vi que ela ficou com tanta vergonha que o rosto dela ficou vermelho
Elena: desculpa ter te sujado.
Eu não entendia essa garota, ela tava com vergonha ou não? Bom, gostando de certa forma, me afastei um pouco dela, tirei minha cueca e deixei a boca de baixo dela pra trás, subindo ate a boca de cima bem devagar.
Ela parecia vidrada com o que o meu pouco tecido escondia, mas alheio a visão dela, passei pelas pernas, lambi a barriga dela com cuidado, tirando mais suspiros dela até chegar nos seios, demorando um pouco lá de propósito, e conseguindo tirá-la do transe que ela tava antes, e com uma lambida no pescoço, cheguei no rosto dela e a encarei nos olhos.
João: não se preocupe, eu vou te sujar bem mais daqui a pouco
Elena: eu quero que você me suje.
E mais um beijo intenso, mas dessa vez fui eu que invade a boca dela, tentando não rir pensando que ela não ligava de provar um pouco dela na minha boca...e com meu membro doendo depois de tanto esperar, desfiz o beijo e a encarei nos olhos, meu membro estava latejando de antecipação, mas eu ainda fui paciente, porque se tinha algo que eu não queria fazer era estragar esse momento, principalmente agora.
João: isso vai doer
Elena: eu sei
João: muito mais do que você pensa
Elena: eu sei...então faça de um vez
João: certeza:
Elena: já senti dor o bastante pra saber que é melhor sentir muita dor de uma vez que sentir dores de pouquinho em pouquinho...(respira fundo) vai com tudo.
Ela fechou os olhos, enquanto e segurou minhas costas com força de antecipação, e cumprindo o desejo da minha namorada, eu entrei devagar, até eu chegar no himem, ela ficou bem amedrontada, então eu recuei um pouco, fui de novo e senti de novo a parede, e com medo genuíno no olhar, ela olhou pra mim.
João: quer que eu vá rápido? Certeza?
Elena: sim.
E depois dessa certeza, entrei com tudo, rasgando com toda a minha força o himem dela, eu já esperava que ela gritasse, mas o grito que ela deu foi bem maior do que eu queria, mas diferente do que meu tio falou, ela não me jogou pra longe, ela me agarrou com as pernas e arranhou minhas costas tão fundo que as unhas dela arrancaram sangue de mim.
Eu não quis me mexer, porque ela tava chorando, mas impaciente comigo ela gritou.
Elena: AH, PELO AMOR DE DEUS JOÃO, EU TO BEM, FAZ DE NOVO!
E novamente, eu a obedeci, e ela tava gritando muito, muito mesmo, mas com o tempo, vi que os olhos dela iam esquecendo a dor bem devagar, e respirando fundo, ela segurou minhas costas, a arranhando em muitos lugares, e essa força que eu usei, foi algo mais profundo em mim do que e pensei, a cada estocada, a cada grito, eu senti algo chegando.
Com uma força nova, que eu nem sabia de onde vinha, eu agarrei a Elena pelos ombros, e a me afundei o mais fundo que conseguia nela, e quando ela sentiu que eu estava quase lá, ela enrolou as pernas dela em minha cintura pra eu não escapar, e eu gozei dentro dela.
Dessa vez, nós compartilhamos o grito de euforia, e depois da primeira dose, tirei de dentro dela, e vendo meu membro tão sujo, a Elena foi até mim, e lambeu ele com cuidado, e nunca desviando os olhos de mim, ela perguntou.
Elena: por favor, me diz que você ainda tem mais energia
João: mais energia? Não se preocupe, eu mal comecei.
Eu tava sentindo uma energia tão poderosa dentro de mim, que eu sentia poder fazer aquilo a noite inteira, e nós realmente fizemos, eu tinha chamado ela em uma tardinha de folga, então e tinha o dia inteiro com ela, mas o dia não foi o bastante, nós ficamos em todos os tipos de posições, testando ao máximo o que cada um gostava, e saboreando com muito cuidado cada canto um do outro, indo de toda a tarde, até a noite, até chegar o dia seguinte.
Quando acabamos, estávamos com fome, com sede nem tanto, e exaustos, de várias formas, mas os nossos espíritos estavam alinhados, e quando eu olhei ao meu lado, eu vi uma mulher, que sem nenhum contrato de casamento, já era a minha outra metade, não por um juramento de lei, mas por uma promessa que nós fizemos aqui entre nós mesmos, mesmo antes mesmo do bebe chegar.
João: e ai, me fala a verdade, valeu a pena a espera?
Elena: valeu...hehehe, quer fazer de novo amanhã?
João: ah querida, eu adoraria, mas eu tenho que trabalhar, ter esse rigor todo não é barato.
Elena: hehe, claro.
Então, ainda bem sujo depois de tudo que fizemos, eu levei a Elena pro banheiro, e depois de um banho bem demorado, onde nós tivemos uma versão resumida de toda a noite, a gente se despediu com um beijo.
João: me avisa se der positivo
Elena: não se preocupe, você vai ser o primeiro a saber.

