— E agora... Onde estamos? — Hyurin questionou, tentando se reencontrar.
Jimin por outro lado arrastava o corpo flácido e inconsciente de Wang Jin para um canto seco, apoiando-o na parede úmida do túnel, um pouco antes de responder.
Não tinha certeza, mas esperava que o garoto acordasse apenas algumas horas mais tarde. Mesmo que fosse um problema carrega-lo durante esse período, era melhor do que lidar com sua consciência a beira de um colapso.
— A última estação era Gyeongbu... Então provavelmente estamos no túnel que leva à Honam.
— Que estranho, tenho a impressão de que o túnel parece mais extenso que o comum. — a amiga indagou, afagando os cabelos de Taehyung sem perceber.
A presença do garoto deixava ela mais calma, e propensa a manter o próprio coração em ritmo.
— Não é impressão... — Jimin soltou, olhando adiante.
Uma sútil sinalização surgia no canto inferior do seu campo ocular quando o brilho dourado da habilidade "visão plena" se expandiu por suas retinas, mapeando a escuridão.
O túnel não era o trajeto linear que deveria ser. Parecia se estender infinitamente, com desvios e ramificações que se cruzavam em ângulos impossíveis, como um emaranhado de raízes. O túnel foi estendido e transformado em um labirinto.E a constatação de Jimin sobre a próxima situação em que estariam veio quase imediata.
Ele olhou para trás, encarando o massacre, e então para a escuridão à frente. Em nenhum momento havia um cheiro de sangue fresco, apenas o mofo e a podridão de algo morto se movendo pelos túneis. O Mancipium havia transportado o trem para outro lugar ou, mais provável, distorcido o espaço ao redor deles.
Ao contrário da novel, em que quase todos morriam na primeira fase, por ceticismo ou caos. Muitos estão vivos agora. Porém encarar o segundo cenário seria exatamente como preferir ter morrido antes, onde a morte poderia ter sido mais rápida e indolor.
No instante em que Jimin desativou a Visão Plena, a silhueta pequena do Mancipium se materializou no ar novamente, próximo a entrada do túnel. A criatura sorriu, e balançando as patas dianteiras em um gesto de falsa desaprovação, reclamou:
— Tsk, tsk, tsk... Por que a pressa, humanos? — A voz aguda soou irritada, mas ele não tinha expressão enquanto falava. — Vocês deveriam ter esperado no vagão até que o próximo cenário estivesse perfeitamente pronto para vocês. Sabem o trabalho que dá preparar uma transição dessas? Tive que improvisar!
O Mancipium girou no ar, apontando com a pata para a escuridão densa.
— Por culpa da pressa desnecessária de vocês, vamos precisar adiantar a segunda fase. — Ele fez uma pausa dramática. — É claro, se a preguiça me atacasse, eu simplesmente explodiria vocês aqui, mas as Estrelas estão ansiosas para decidirem quem de vocês os representará. Então não esperem que vou pegar leve dessa vez!
Os sobreviventes restantes, que seguiram Jimin para fora, encolheram-se. Eles eram cerca de sete pessoas, e a visão do Mancipium flutuando sobre eles só aumentava o terror em suas almas.
Todos foram para trás de Jimin sem perceber que faziam isso, como se instintivamente soubessem que entre todos, essa pessoa era a mais confiável. Claro, Jimin percebeu isso assim que aconteceu, e com um suspiro entalado na garganta, deu um passo à frente.
Ele não era do tipo que gostava de tomar a frente, mas julgando o quão assustados todos estavam, poucos teriam coragem de perguntar algo sobre os jogos ou missões, no fim, eles seguiriam sem rumo para a morte sem chances de sobrevivência.
É irônico, a verdade é que para os Mancipium, não é errado ou irritante que os humanos tirem suas dúvidas, desde que eles estão aqui para guiar os usuários a próxima fase e acompanhar os acontecimentos, farão isso com cautela e resiliência.
Mas o problema está em suas personalidades... essas criaturas sem senso nenhum de como se socializar devidamente acabam tornando as coisas ainda mais difíceis pros jogadores sem se darem conta. A forma de falar, agir e reagir, tudo soava como uma ameaça; que sobe um muro óbvio do quão podem se aproximar.
Isso também faz parte do jogo, cabe os mais dispostos a sobreviver enfrentar esse medo. Além disso, na própria novel, os Mancipium também poderiam ser punidos severamente por seus superiores, se fizessem algo de errado como não preparar bem seus usuários para as missões.
— Então, o que devemos fazer agora? — o Mancipium piscou os olhos vermelhos.
— Ah, o nosso campeão! O único que entendeu que o "ser vivo" poderia ser qualquer criatura viva, além daqueles ao seu redor! — O Mancipium deu uma gargalhada breve. — Por me fazer rir, e por ter sido o primeiro a completar a missão, vou conceder-lhe um pequeno bônus.
Uma tela dourada menor, com bordas que pareciam pergaminho, materializou-se no ar e flutuou até parar diante de Jimin.
| PARABÉNS USUÁRIO, VOCÊ ACABA DE RECEBER O MAPA PARCIAL DO TÚNEL LABIRINTO.
\n
O MAPA INDICA A ROTA PRINCIPAL ATÉ A ESTAÇÃO DE HONAM.
\n
MAS CUIDADO!
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A PEDAÇOS NESSE MAPA EM FALTA, VOCÊ PODE NÃO CONSEGUIR CHEGAR AO FINAL DEPENDENDO DELE.
\n
ROTAS SECUNDÁRIAS LEVAM A ESTAÇÕES ABANDONADAS COM MISSÕES SECUNDÁRIAS.
\n
USE COM SABEDORIA! |
\n
\n— Isso é para você. Não pode ser considerado uma relíquia, por ter pedaços faltando. Mas se souber usar, ainda será útil. — a criatura fez uma pausa, então voltou a dizer: — quase me esqueci... Esse item é transferível, ou seja, você pode escolher dar a alguém, ou alguem pode escolher te matar para conseguir isso. — o Mancipium fez um gesto teatral em direção aos sobreviventes, que imediatamente focaram em Jimin.
Ele riu.
Esse bicho maldito, o que está tentando provocar aqui?
Jimin sabia exatamente que essa pequena criatura faria de tudo para fazer com que os jogos ficassem mais interessantes, então até mesmo sua boa vontade possuía segundas intenções.
O mapa não era um prêmio, ou um "parabéns", mas um tentativa ingênua de fazer com que as pessoas se juntem contra ele.
Patético, mas mostrava o quão baixo essas coisas iam para alcançar seus objetivos, já que ironicamente, eles não metiam, seriam punidos se fizessem, mas nada mais cruel do que manipular a verdade.
A criatura por fim ignorou a tensão ao redor das pessoas, que olhavam Jimin sobre os ombros, e começou a ditar as novas regras com uma voz monocórdica, quase como um guia turístico infernal. A mesma tela azul de antes também surgiu a frente de todos, como se quisesse reforçar o que estavam prestes a enfrentar:
| MISSÃO PRINCIPAL: A JORNADA DO TREM NATIMORTO.
\n
OBJETIVO: CHEGAR A ESTAÇÃO DE HONAM DENTRO DO TEMPO ESTIPULADO.
\n
RECOMPENSA: 500 MOEDAS, 500 PRESTÍGIO, 5+ EM ATRIBUTOS DE SUA ESCOLHA.
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PENALIDADE: FALHA EM 72 HORAS RESULTARÁ EM MORTE.
\n
\nREGRAS ADICIONAIS:
\n
SE ENTRAREM EM UM TÚNEL QUE LEVA A UMA ESTAÇÃO DIFERENTE DE HONAM, UMA MISSÃO SECUNDÁRIA SERÁ ATIVADA, BASEADA NAS CIRCUNSTÂNCIAS DA ESTAÇÃO.
\n
A PARTICIPAÇÃO É OBRIGATÓRIA!
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OBS:
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A PARTIR DESTE PONTO, MONSTROS DE BAIXO NÍVEL COMEÇARÃO A APARECER. A FORÇA E A QUANTIDADE AUMENTARÃO PERTO DA ESTAÇÃO HONAM.
\n
REFÚGIO: APENAS A ESTAÇÃO DE HONAM É CONSIDERADA "ZONA SEGURA" PARA O RECESSO PÓS-MISSÃO. |
\n
\n— Alguma dúvida? — o ser questionou, olhando-os como se os desafiasse a fazê-lo.
Jimin parecia tranquilo quanto a dúvidas, mas as pessoas ao redor olhavam-no como se esperasse algo. Ele se voltou a Hyurin, e a olhou nos olhos, como se também pedisse algo. Foi um momento de silêncio estranho, mas a amiga foi rápida em sua compreensão.
Ela deixou Taehyung ao lado de Jimin, e voltando-se para todos com um sorriso sincero no rosto, questionou:
— Tem algo que alguém não estendeu?!
— Ah não, é que na verdade, pode nos explicar melhor sobre os monstros? — uma menina, aparentemente de dezessete anos, usava um uniforme escolar, rapidamente se pronunciou.
— Isso, como assim monstros?
— Nos precisamos lutar contra ela?
— Isso não é injusto? Nós nem sabemos como usar nossos poderes. — mais alguém acrescentou, e isso aos poucos se tornou um mar de perguntas.
Jimin se afastou e voltou para o lado de Wang Jin juntamente a criança, pedindo ajuda a Hyurin para colocá-lo em suas costas quando o mancipium começou a tirar aquelas dúvidas.
Ele pretendia partir antes que essas pessoas voltassem a segui-lo mas talvez pressentindo suas ações, um homem se aproximou. Um sorriso gentil no rosto, por mais que a sobrancelha tremesse juntamente as linhas de expressão.
— Sr. Desculpe, não sei o seu nome?
— Jimin.
— Ah, Sr. Jimin, você pretende partir agora? Não deixamos de notar, o item que você recebeu deve ser de muita ajuda. Como parece ter um bom coração, tenho certeza que irá compartilhar as informações que o mapa possue. — Jimin mal se surpreendeu com suas palavras, estava acostumado em ver aquela falsa gentileza transbordar em uma máscara de porcelana quebrada.
Não sabia o que ele diria, mas esperava que fosse algo absurdo como foi.
— O que? Ele não tem essa obrigação, se vocês — Jimin cortou a voz da amiga assim que ela subiu dois tons.
— Hyurin. — Jimin a cortou com firmeza, mas sem elevar o tom. Sua voz era seca o bastante para silenciar os demais.
Ela parou de falar, ainda contrariada, mas a raiva que se acumulava em seus olhos encontrou a calma fria dele. Havia um acordo mudo entre eles — e, mesmo sem entender, ela sabia que ele não estava cedendo.
— Está certo. — Jimin respondeu ao homem, que o olhava com um falso alívio. — Não faria sentido esconder informações, não é?
— Mas... — Jimin prosseguiu, desviando o olhar para a tela ainda suspensa diante de si. Com um toque na interface dourada, a imagem do mapa se expandiu como um holograma luminoso sobre o chão úmido. — Ele é parcial. Só mostra até um ponto antes da estação de Honam.
Fez uma pausa proposital, deixando as pessoas ao redor se aproximarem, os olhos arregalados e cheios de esperança.
— Como eu não sei se as rotas que faltam ainda são seguras, prefiro que outra pessoa o leve. — um murmúrio cortou o silêncio, misto de surpresa e suspeita.
Jimin se aproximou do homem, e entregou o mapa sem qualquer hesitação. O brilho do item passou de suas mãos para as do sujeito, que o recebeu com orgulho estampado nos olhos.
— Você… tem certeza? — ele perguntou, o sorriso se desfazendo em incredulidade.
— Tenho. — respondeu simples. — eu só tive sorte na primeira vez, porque prestei atenção no que a missão dizia. Sobre labirintos... Bem, isso não é o meu forte. E agora que todos vocês sabem como usar suas próprias habilidades, talvez tenham mais chances do que eu. — Jimin apontou para as pessoas, agora cada uma testando seus poderes após a explicação detalhada do Mancipium, que tilintou de riso ao notar que Jimin havia oferecido o mapa a outro.
— Acredito que não tenham mais nada a dizer, sendo assim, até mais. Preciso preparar os outros jogadores dos outros vagões também! Haha — assim, o Mancipium terminou a explicação e, num piscar de olhos, desapareceu, deixando apenas uma aura imaculada vagando no ar para trás.
— Jimin… por que fez isso? — Hyurin perguntou baixo, ainda em dúvida sobre as razões que fizeram Jimin ter entregado um item, ao seu ver, tão valioso.
— Seria um problema, aquela coisa fez questão de deixar claro as possibilidades de conseguir o mapa. Essas pessoas nos seguiriam posteriormente, ou pior, buscariam uma forma de tomarem o mapa de mim. Estou nos poupando de embates futuros entregando o mapa aquele cara.
— Então você transferiu o alvo para outro que não é você...
— Sim.
Ela balançou a cabeça, como se entendesse e respirou fundo. O mundo poderia não ser o mesmo, mas a humanidade continuava igual.
— Jimin, você está deixando essas pessoas para morrer... Não é? — Jimin arregalou os olhos, mas depois mordeu a ponto do lábio, quase como se ligasse irritado.
— Não é tão simples assim. O que eu tinha pra fazer por essas pessoas, eu já fiz. Agora a vida delas estar sobre sua própria conta. Não é assim que é desde sempre?
— E quanto a mim, eu estou sobre minha própria conta também? — Jimin ajeitou Wang Jin em suas costas, encarando-a como se tivesse ouvido uma notícia terrível.
— Não seja idiota. Tudo o que estou fazendo agora, é por você.
— [[...]] — Hyurin por um momento não soube o que responder, mas logo um enorme sorriso ser entendeu em seus lábios. — Você por acaso está me pedindo em casamento?! Desculpa, mas você não faz meu tipo, hahaha. — Jimin rolou os olhos e se virou, mas um riso contido definitivamente se formava em sua própria boca.
Enquanto os sobreviventes se aglomeravam, dessa vez mais distante, discutindo sobre o mapa e a necessidade de seguir o "cara que entendeu a primeira missão" ou não, este ignorou o falatório e concentrou-se no seu próprio desktop.
A contagem de início da missão já havia começado, e em breve os próximos vagões começariam a ser liberados. Eles precisavam deixar o local o mais rápido que pudessem, e estava prestes a informar a amiga quando percebeu algo em sua tela.
O aviso da missão que acabara de concluir havia desaparecido, mas agora uma nova notificação prioritária havia surgido:
| USUÁRIO!
\n
A HABILIDADE ÚNICA SINTONIA ESTÁ ATIVADA. A PARTIR DE AGORA, VOCÊ TERÁ ACESSO A:
\n
— NÍVEL DE INTIMIDADE: Acompanhe o nível de relacionamento com personagens elegíveis.
\n
— INFORMAÇÕES DETALHADAS: Acesso a atributos, habilidades e o resumo da história de personagens elegíveis.
\n
— PENSAMENTOS SUPERFICIAIS: Receba avisos sobre a desconfiança ou fortes emoções dos personagens elegíveis em relação a você.
\n
— CONEXÃO ESTELAR: Com "pensamentos superficiais" você também poderá saber o que as Estrelas acham sobre você.|
\n
\nJimin piscou os olhos, em um choque sútil, e então voltou o olhar para Hyurin, que falava com um dos sobreviventes. Ela era boa em criar relações e ótimas em controlar situações que não estão sob-controle. O oposto do amigo, que só podia pensar em silêncio e falar apenas quando necessário.
Seria interessante, saber o que se passava na mente de Hyurin agora, mesmo que razoavelmente. Sem pensar, Jimin ativou Sintonia em seu campo de visão e a focalizou.
Para sua surpresa, uma pequena mensagem de erro surgiu:
| ESTE JOGADOR NÃO É ELEGÍVEL PARA SINTONIA. |
\n
Estranho. Jimin franziu o cenho. Hyurin era sua colega de trabalho, sua amiga, mas, aparentemente, não era uma "personagem" do sistema JIGSAW, apenas uma "extra" da vida real que foi arrastada junto com ele.
\n
Mas se Hyurin estava lá... O que definia uma pessoa do mundo entrar ou não aqui?
\n
Ele moveu o foco para Taehyung, o garoto havia voltado para a amiga, quase como se já tivesse entregado sua confiança à ela, os olhos estavam fixos na escuridão, com a mãozinha segurando a barra do casaco de Hyurin.
\n
Dessa vez, a tela de Sintonia se abriu imediatamente, preenchendo o espaço como um dossiê.
\n
| PERSONAGEM ELEGÍVEL DETECTADO:
\n
KIM TAEHYUNG
\nIDADE: 12 anos
\nNÍVEL: 3
\nTÍTULO: Testemunha Carente
\nHP/MP: 500/600 (Baixo/Médio)
\nATRIBUTOS: Força (10), Agilidade (15), Resistência (10), Inteligência (60), Magia (20)
\n
HABILIDADE DO PATROCINADOR: ---
\n
HABILIDADE ÚNICA: Elo (Capacidade de se ligar temporariamente aos monstros da categoria besta - pode ocorrer evolução.)
\n
HISTÓRIA PESSOAL: Órfão, inteligente, mas emocionalmente reprimido. O Terrário era seu único consolo após a morte de sua mãe. Ele se sente em débito com você por ter sido protegido, mas se sente confuso por ter tido seu item destruído. Taehyung pensa muito na mãe, e tende a se dar melhor com mulheres.
\n
NÍVEL DE INTIMIDADE: 25/100 (Cauteloso) |
\n
Inteligência 60. O número era altíssimo, confirmando que Taehyung era um personagem valioso, o que explicava sua Habilidade Única.
\n
Jimin estudou o garoto, a frieza habitual substituída por uma análise intensa. Mas Taehyung, sentindo-se encarado, levantou a cabeça.
\n
Neste exato momento, um novo aviso do sistema Sintonia surgiu em sua tela:
\n
| O PERSONAGEM TAEHYUNG DESCONFIA DA RAZÃO DE VOCÊ ESTAR ENCARANDO ELE. |
\n
Jimin piscou. A habilidade não apenas dava informações estáticas, mas também feedback em tempo real sobre as emoções. Ele havia acabado de esmagar o objeto de conforto do garoto e agora o encarava como um animal de laboratório. A desconfiança era justificável. Mas além disso, que habilidade conveniente nesse mundo.
\n
Ele guardou a tela, virando-se para o grupo. As pessoas dessa vez começavam a cercar o homem com o mapa, pareciam que em breve esqueceriam da presença de Jimin. No entanto, quando se aproximou de Hyurin e sinalizou que deveriam partir, aquela mesma menina de antes, vestida em um uniforme, correu na direção deles:
\n
— Espera!
\n

